10 de março de 2015

Não sou Amélia, sou Mônika.



Depois que a gente vira mãe não morre pro mundo, só gostaria de esclarecer.

Ficar dentro de casa as 24h do dia servindo aos outros, mesmo que esses outros sejam filhos e marido, não é mole. Enche o saco!

Estou longe, mas muito longe de ser uma dona de casa perfeita e já me incomodei mais com isso, mas hoje em dia acho que até exagero no desapego.

Esse negócio de esquentar a barriga no fogão e esfriar no tanque sempre me deu urticária. Sendo que você pode se distrair no intervalo do fogão pro tanque, varrendo, passando um pano, arrumando brinquedos, passando ferro e por aí vai...

Quem é dona de casa sabe que esse serviço não termina nunca. Sempre tem alguma coisa para ser feita. 

Sou mãe e dona de casa, mas também gosto de assistir meus filmes, minhas séries, ler um livro/revista, ficar fuçando nas redes sociais ou de papo com as amigas.

Confesso que muitas vezes eu olho para a louça na pia e a ignoro totalmente para fazer qualquer uma dessas coisas que falei.

Essa louça é sua, essa louça é nossa é de quem quiser... (acho que vou fazer um quadro com essa frase e pendurar na cozinha. hahaha)

Afinal de contas não moro sozinha e não sujei sozinha.

O que adianta a casa brilhando e eu apagada de cansaço e estessada?!

Amélia é que era mulher de verdade e eu não sou Amélia,  sou Mônika.


Inté ;)







Um comentário:

  1. Eu não sou Amélia, sou Silma, brigado, dinada... Adorei
    Bjs

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