12 de julho de 2013

#infanciasempreconceitos - Blogagem coletiva

"Olá mamães e papais,

Quem nunca se sentiu incomodado vendo seu filhote, às vezes, excluído em uma brincadeira ou ouvindo algo que não gostaria de um coleguinha?

Mãe é leoa, né? Dá vontade de ir lá tirar satisfação com o pequeno (quem nunca?)!
E quando a injustiça vem de uma instituição, de um adulto, de uma escola?
Pôxa, de escola não, né....


Pois é, esta semana em Belo Horizonte aconteceu uma triste situação com uma criança de sete anos, que foi impedida de participar da excursão de uma tradicional escola, por ter diabetes tipo 1. De início, o colégio não autorizou que a mãe acompanhasse a filha no passeio, que duraria todo o dia em um espaço recreativo - a criança ainda não aceita outra pessoa para aplicar a insulina. Diante da contestação da mãe, a escola então decidiu que o melhor seria a criança não ir. Como assim? Atitude de completa incoerência partindo de uma escola - faltou humanidade, princípios, ética, educação! O mais triste é que, infelizmente, esse não é um caso isolado.

E aí, dá pra ficar parado?..."


Esse é um trecho do convite, feito pelo blog Na Pracinha, para uma blogagem coletiva, apoio e divulgação em redes sociais da #infanciasempreconceitos.

Lembrei que na escola da Helena (#aos3) foi apresentada aos pais, durante uma reunião, a professora que tem encontros semanais com as crianças para falar sobre crianças especias.
Tive uma breve conversa com ela porque estava em horário de trabalho, mas ela me explicou que trabalha com eles através de imagens e histórias porque é o que chama mais a atenção nessa faixa etária e me mostrou alguns livros que ela usa nesses encontros.

Imagino que quando colocamos um filho na escola a última coisa que irá passar na nossa cabeça é que justamente a escola vá excluí-lo, privá-lo andando completamente na contramão do que dever ser ensinado e praticado pelos profissionais que ali estão.
Não consigo imaginar o quanto a atitude da escola deve ter prejudicado essa criança, porque essas coisas não se esquece, mas a raiva e a tristeza que essa mãe sentiu eu imagino.

Espero que o gigante que acordou através de tantas manifestações acorde e lute também para que o preconceito não faça parte de nossas vidas.

Tirei foto de alguns livros que a professora usa para deixar de sugestão aqui no blog:

Esse é da Blu Editora e a coleção continua falando sobre: Amizade, Respeito, Generosidade e outros valores.



Esse também da Blu Editora


Da editora Ciranda Cultural


Você pode ler outras histórias nos blogs que participaram da ação virutal #infanciasempreconceitos clicando no link: http://www.napracinha.com.br/2013/07/infanciasempreconceitos-acao-virtual.html

Para quem se interessou nos livros, aqui estão os sites das editoras:

www.blueditora.com.br
www.cirandacultural.com.br

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